DIA DAS CRIANÇAS (MAIS UMA POSTAGEM ATRASADA)

NO  ULTIMO DIA 08 DE OUTUBRO NÓS CATEQUISTAS DA CAPELA SANTA LUZIA JUNTAMENTE COM AS MISSIONARIAS DA JUVENTUDE E  FAMILIA, REALIZAMOS UMA PEQUENA HOMENAGEM AO DIA CRIANÇAS, TEVE BRINCADEIRAS  GINCANAS OFICINAS DE PINTURAS E PRA FINALIZAR UMA GRANDE CONFRATERNIZAÇÃO.
NOS DA PASTORAL DA CATEQUESE AGRADECEMOS A TODOS OS ENVOLVIDOS, QUE DOARAM OS COMES E BEBES, E QUE SE DISPUSERAM A COLABORAR NO DIA DA FESTA.. QUE DEUS OS ABENÇOES.












ENTREGA DAS BIBLIAS DIA 25/09/2011 (POSTAGEM ATRASADA)

DESCULPEM A DEMORA , ESTAVA DEVENDO ALGUMAS POSTAGEM, E SEGUE ESTA REFERENTE AO DIA DA BIBLIA, DIA EM QUE NOSSA CAPELA ENTREGOU AS BIBLIAS QUE OS PAIS COMPRARAM  AOS CATEQUIZANDOS DA 1ª ETAPA, A ENTREGA FOI FEITA PELO PADRE LUIZ, MISSIONARIO DO MEXICO.
   Na Sagrada Escritura, a Igreja encontra continuamente o seu alimento e a sua força, porque nela esta a Palavra de Deus. No Entanto, a fé cristã não é uma “religião do Livro”. O cristianismo é a religião da Palavra de Deus, “não de uma palavra escrita e muda, mas do Verbo encarnado e vivo”, nos disse São Bernardo.
Para que não seja letra morta, é preciso que o Espírito Santo nos “abra o Espírito da Inteligência da Escrituras”.
Nos primeiros séculos da Igreja, os Evangelhos eram entregues aqueles que iniciavam o seu caminho de preparação para os Sacramentos do Batismo, Confirmação e Eucaristia.  
 NESTE DIA FOI ENTREGUE AOS NOSSOS CATEQUIZANDOS  PARA QUE  ELES CREIAM NO QUE LEREM, ENSINEM  O QUE CREEM E VIVAM O QUE ENSINAR.
PARABENS A  TODOS OS ENVOLVIDOS

Biblia sendo incensada

Biblias das  crianças sendo incensadas

BIBLIA SENDO ENTREGUE... 







Oração das  crianças no final da Missa
Obrigado Senhor pela tua Palavra!
 Obrigado porque esta Palavra é sempre viva e eficaz.
Reconhecemos a nossa incapacidade para compreendê-la e deixa-la viver em nós.
Ela é mais poderosa e mais forte do que as nossas debilidades,
 mais eficaz do que a nossa fragilidade,
mais penetrante do que nossas resistências.
Por Isso te pedimos que nos Ilumine com a Tua Palavra.
Para a tomarmos a serio e nos abrirmos aquilo que ela nos revela.
Para confiarmos nela e deixarmos que ela atue em nós.
Segundo a Riqueza do seu poder.
Em nome de Jesus Cristo. Amem.

MISSOES 2011

FIM DE JORNADA ...  EIS OS RESULTADO
RELEMBRANDO QUE ESSA TURMINHA FAZ PARTE DAS MISSÕES JUVENTUDE E FAMILIA MISSIONARIA, QUE NOS FEZ UMA VISITA A COMUNIDADE SANTA LUZIA NOS DIAS 08 E 09 DE OUTUBRO. UM DOS TRABALHOS DESTA MISSÃO FOI AJUDAR A UMA FAMILIA CARENTE DA COMUNIDADE. ACOMPANHAMOS O SEU TRABAHO NO DIA DE SABADO, A  TURMA PINTOU A FACHADA DA CASA, LIMPOU O TERRENO E DOOU E COLOCOU O FORRO NA CASA..EIS OS RESULTADOS...
DEUS OS ABENÇOE NESTA JORNADA






Missoes






missoes 2011







MISSOES 2011

ESSA TURMINHA FAZ PARTE DAS MISSÕES JUVENTUDE E FAMILIA MISSIONARIA, QUE NOS FEZ UMA VISITA A COMUNIDADE SANTA LUZIA NOS DIAS 08 E 09 DE OUTUBRO. UM DOS TRABALHOS DESTA MISSÃO FOI AJUDAR A UMA FAMILIA CARENTE DA COMUNIDADE. ACOMPANHAMOS O SEU TRABAHO NO DIA DE SABADO, A  TURMA PINTOU A FACHADA DA CASA, LIMPOU O TERRENO E DOOU E COLOCOU O FORRO NA CASA..EIS OS RESULTADOS...
DEUS OS ABENÇOE NESTA JORNADA








EIS O MISTERIO DA FÉ

Certa vez, na velha Grécia, um mestre perguntou a seus alunos: Quando um homem e um boi olham para um prédio, eles estão vendo o mesmo prédio ou vêem duas coisas diferentes?
Estão vendo o mesmo prédio”, disseram.
Mas o mestre não concordou. E explicou: “O prédio é o mesmo, mas a maneira de ver é diferente. O homem vê o prédio como homem e o boi vê o prédio como boi. O prédio que está na cabeça do homem pode ser diferente do prédio que está na cabeça do boi”.
De fato, quando uma coisa entra na mente da pessoa, toma a forma do pensamento daquela pessoa. A mesma música é triste, se a pessoa está triste, e é alegre, se a pessoa está alegre.
Passando agora para o nosso tema, vamos ver que uma coisa de fé pode ter muito sentido para quem crê e pode não significar nada para quem não crê.
Assim é diante da Eucaristia
Terminada a Consagração o Presidente da Celebração proclama solenemente, mostrando o Sacramento: “Eis o Mistério da nossa fé!...
E a assembléia responde: “Anunciamos, Senhor, a nossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
Nota: Há outras formas de resposta além desta. Sabemos que o Cristo presente no Pão consagrado é um só e o mesmo para todos. Mas nem todos O estão vendo com a mesma fé. Tanto é que alguns não respondem nada.
Pode ser que nem estejam crendo. E entre as pessoas que vão comungar! Será que todas estão comungando com fé? Nem sempre. O Cristo é o mesmo, mas alguns podem estar comungando sem fé. E quem O recebe sem fé, não O recebe para sua salvação. Pelo contrário: Se estiver comungando com pouco caso, até comete pecado. São Paulo diz que tal pessoa “será réu do Corpo e do Sangue do Senhor” (cf. 1Cor 11,27).
Diante da Natureza
Existem na natureza muitos lugares famosos pela sua beleza extraordinária. Chegam a emocionar o turista. Por exemplo, o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, ou a Foz do Iguaçu. Os turistas chegam, olham, admiram, tiram fotos e filmam aquelas paisagens maravilhosas.
Mas a pessoa que nasceu nesses lugares e ali moram há muito tempo, nem liga muito... Até não entende por que os turistas ficam tão admirados. Na verdade, para quem mora ali ao lado, aquela paisagem extraordinária se tornou comum. É rotina. Não impressiona.
Coisa semelhante pode acontecer com o cristão diante da Missa. De tanto ir à Missa, já se acostumou com ela. A mudança do pão e do vinho no Corpo e no Sangue do Senhor virou rotina. Não diz nada. Principalmente, se nunca procurou estudar nada da Missa e tem ido por simples cumprimento de preceito dominical. Nesse caso, além de a Missa não ter sentido passa a ser uma coisa cansativa. Para tal pessoa a Celebração não vai além de um rito vazio que não lhe diz nada. É mera exterioridade. Ela não descobre a beleza do Mistério, porque não vê com os olhos da fé, nem experimenta a presença de Deus, porque está totalmente desligada.
O mesmo rosto santo de Jesus foi visto diferentemente por Maria e por Judas, por Pedro (que chorou) e por Herodes (que fez gozação), por Gestas (que blasfemou) e por Dimas (que ganhou o Paraíso). Um olhou com ódio e revolta, outro com amor e fé. Por isso os efeitos do olhar produziram reações diferentes.
Santo Agostinho fala que no Calvário havia três condenados, um ao lado do outro, na mesma posição. Os três crucificados, com uma diferença: um estava dando a Salvação, outro a estava recebendo, e o terceiro estava perdendo.
A Presença do Mistério
Assim acontece com as pessoas na Missa. Uns olharão para a hóstia com fé, outros sem fé.
Para uns, aquele Pão é o Corpo do Senhor; para outros, é simplesmente um pedaço de pão comum. Uns aceitam o Mistério, outros só ‘acreditam’ no que estão vendo com os olhos e apalpando com as mãos, como Tomé. Por isso, a Missa não diz nada para algumas pessoas.
O fato é que estamos diante do Mistério de Deus. E o Mistério só é aceito e experimentado por quem crê. A presença real de Jesus no Pão e no Vinho consagrados é o Mistério dos mistérios. O Presidente da Celebração o apresenta à Assembléia à maneira de um desafio à fé: “Eis o Mistério da fé!
(Extraído do livro “A Missa Parte por Parte”, de Padre Luiz Cechinato)


Cremacão tradição Cristã ou Costume Pagão

Um funeral cristão nem sempre é um sinal de que o morto possuía uma fé genuinamente Cristã., pois de vez em quando o clero dirige funerais por motivos de decência e respeito ou simplesmente por razões humanitárias ou sociais. De qualquer forma essas são excessões da Lei Cristã, para a qual um funeral Cristão deveria ser dado apenas para aqueles Cristãos que morreram com as justas disposições, tais como fé, contrição e aceitação da Vontade de Deus que é o que torna uma morte boa ou não.
Em sua obra De Cura pro Defunctis Gerenda, (Sobre os cuidados que se deve ter pelos mortos), Santo Agostinho declara que embora o morto não saiba o que está acontecendo agora na terra, as observâncias dos ritos funerais indiretamente proporcionam-lhes benefícios na medida em que os vivos que visitam suas tumbas são levados a recordá-los e orar por eles.
Cuidados especiais devem ser tomados com os corpos dos mortos, porque eles foram os companheiros da alma nas atividades da vida e ainda mais porque tendo sido parte de uma pessoa humana durante sua vida terrena, tais corpos serão novamente parte daquela mesma pessoa na ressurreição final, da qual a Ressurreição de Cristo é causa, certeza e esperança.
Enquanto muitas religiões acreditam na imortalidade da alma, podemos dizer que a fé na ressurreição do corpo é uma doutrina exclusivamente Cristã, e essa é entre todas as crenças, a mais difícil para a razão humana aceitar, já que é objeto pura e simplesmente de fé e o maior de todos os paradoxos .
Quando São Paulo foi pregar em Atenas no ano 51 DC, um lugar onde se reunia toda a sorte de gentios, filósofos Epicureus e Estóicos o conduziram do mercado para o Aeropagus de forma que todos pudessem ouvir aquele homem extraordinário. Mas bastou o Apóstolo começar a pregar sobre a ressurreição dos mortos que eles o deixaram falando sozinho e saíram como quem diz: “sobre esse assunto, fica pra uma outra vez”.
Dentro do paganismo a imortalidade da alma às vezes é aceita, mas a idéia de distinção entre a recompensa que a alma virá a receber, não: todas as religiões pagãs caem na mesma escuridão a respeito do que seria uma vida sem a vida. As antigas religiões místicas tinham uma vaga idéia de recompensa pela virtude e de uma abençoada perfeição numa vida futura. Mas nenhuma religião, com exceção do Cristianismo sustenta claramente que nossos corpos ressuscitarão novamente um dia, e continuarão o curso de nossas vidas, tendo nossa identidade pessoal restaurada em sua plenitude.
E foi exatamente para nutrir a fé nessa doutrina que a razão encontra tanta dificuldade em aceitar, mas que é tão fundamental para o Catolicismo (Se não há ressurreição dos mortos e nem Cristo ressuscitou, vã é a nossa fé – I Cor.15;13:14) que a Igreja sempre se opôs à cremação dos corpos de seus fiéis, ao passo que sempre permitiu uma certa variedade de enterros, seja a princípio dentro de igrejas no caso dos mártires, ou nos jardins das igrejas, em solos consagrados fora da cidade ou mesmo em cemitérios seculares.
Obviamente que o homem deixa de existir quando a morte o atinge, mas o corpo que está ali pertenceu a um ser humano e voltará a pertencer novamente na ressurreição final e isso já é o suficiente para que ele seja tratado com respeito e devidos cuidados.
Podemos afirmar que a prática antiga e contínua dos cristãos enterrarem os mortos tem raízes no Evangelho e São Paulo explica melhor o seu significado em I Coríntios 15:42, quando compara o corpo a uma semente que semeado na corrupção, ressuscita incorruptível. O enterro Cristão é portanto e antes de tudo, uma imitação do que aconteceu com o corpo de Cristo.
A Igreja nunca disse que a redução do corpo a cinzas pela incineração ou cremação é um obstáculo à ressurreição, mas como uma religião que aceita a validade do simbolismo, a Igreja dificilmente falharia em considerar a cremação como um sinal contrário à ressurreição dos corpos. Em outras palavras, a cremação pode até não contradizer diretamente a idéia da ressurreição, mas certamente joga por terra todo o simbolismo conexo à prática do enterro, bem como priva de significado vários termos usados pelos cristãos que datam de tempos imemoriais. Por exemplo, a palavra “cemitério”em sua origem significa: “local de repouso”; a palavra italiana“camposanto”significa “campo sagrado dedicado a Deus”; a palavra latina “depositio” usada no ritual em latim para exéquias é derivada nem tanto do ato de se“depositar”algo na terra, mas sim do ato legal de se entregar em depósito o corpo Cristão que será restaurado no dia da ressurreição final.
Como podemos ver, esse simbolismo é tão forte que levou a Igreja a adotar uma matéria a esse respeito: durante o século 19 e parte do século 20, a cremação era vista pelos Católicos como um sinal claro de que aquela pessoa era um pagão, ou seja, não era Cristão e nem acreditava na ressurreição. Às vezes a pessoa optava pela cremação apenas pelo medo infundado de ser enterrado vivo e não por descrença ou por ser pagão, mas de qualquer modo o Código de Direito Canônico de 1917, Cânon 1203, recusava a permitir ou reconhecer pedidos para cremação da parte dos fiéis Católicos. Já o Novo Código de Direito Canônico de 1983, Cânon 1176 permite a cremação reforçando as grandes mudanças que houveram na Igreja no período pós-conciliar. Com isso, nas cidades onde existem crematórios, rapidamente o número de cremações ultrapassou o número de enterros.
Esse obscurecimento de práticas distintamente Cristãs, mesmo numa matéria que vem de uma imemorial tradição e a qual possui um genuíno significado religioso, faz parte da acomodação geral do Catolicismo ao espírito do mundo, da diluição do sagrado, do penetrante utilitarismo e de um verdadeiro eclipse no chamado fundamental do homem para uma realidade que está muito além da figura desse mundo.
Trecho retirado da obra do autor Iota Unum.